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De recepcionista para dona de duas franquias

De recepcionista para dona de duas franquias

Quando começou a trabalhar em concessionárias de caminhão como recepcionista, aos 18 anos, Aline Souza não imaginava que chegaria tão longe no ramo automotivo. Naquela época, ela evoluiu para consultora de vendas de peças e mãos de obra, onde permaneceu por muito tempo; trabalhou também com vendas de veículos de passeio de grandes marcas, adquiriu experiência e cresceu na carreira.

Em meados de 2016, depois de se formar em duas faculdades – uma de tecnólogo de logística e outra de Direito – ,ela se mudou para os Estados Unidos e conheceu seu esposo, Cláudio, que já morava lá há 30 anos. Os dois planejavam investir em um negócio no Brasil, uma vez que o dólar estava caro. “Fiz algumas pesquisas na área de Estética, à qual sou muito ligada. Mas decidi ouvir os conselhos do meu pai e procurar um negócio que estivesse dentro da área automotiva, por conta do meu conhecimento e experiência”, conta ela.

Depois de uma pesquisa, Aline resolveu investir em uma franquia da rede Bono Pneus, um centro automotivo completo e multi marcas de pneus, especializada em suporte técnico. A primeira unidade foi aberta em Belo Horizonte (MG), no bairro Boa Vista. “Foi uma excelente escolha. Hoje, nossa loja já está entre as top 10 da Bono Pneus”, comemora a empreendedora.

Segundo ela revela, com um mês de operação, a expectativa é faturar R$ 430 mil. De acordo com seus cálculos, o investimento inicial, que foi de R$ 1,3 milhão, será totalmente recuperado em 36 meses.

Aline e Cláudio ficaram tão satisfeitos com o desempenho que adquiriram outra unidade, que será aberta na Cidade de Nova Lima (MG). “Consideramos que o investimento é perfeito. Além da identificação com o setor automotivo, vimos o quanto é lucrativo. Não se trata de uma franquia bonita, mas sim interessante financeiramente”, opina ela. A expectativa é faturar R$ 4,5 milhões e meio por ano em cada loja.

A empresária conta ainda que descobriu sua gestação no mesmo dia em que fechou sua franquia e teve muitas dúvidas se daria conta de tudo. “Descobri então que outras franqueadas mulheres abraçaram o projeto e conseguiram fazer acontecer. Pensei: vai dar para encarar”.

Aline reforça que sua equipe ainda precisa muito dela. “Saio cedo, chego tarde e estou na correria. Ainda faço uma pós-graduação em Direito Internacional, duas vezes por semana. Só vou parar quando a Liz estiver nascendo. Daí, meu esposo vai assumir as lojas enquanto eu me dedico a ela por um tempo”, finaliza a empreendedora.

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Written by: Lucas Nóbrega

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