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Confira as principais dúvidas sobre cuidados com o bumbum

Confira as principais dúvidas sobre cuidados com o bumbum

Com a chegada do verão, o bumbum se torna uma área de foco para as brasileiras. Segundo o Google Trends, as pesquisas por cuidados para essa região costumam ter seu pico entre os meses de novembro e fevereiro.

O Brasil é tão reconhecido pelos tratamentos para os glúteos que virou nome de técnica, o Brazilian Buttlift, uma volumização com enxertos que, segundo o Google Trends, é mais buscada nos países nórdicos e nos Estados Unidos.

Apesar de toda essa fama, sempre surge a dúvida de quais são as melhores alternativas de cuidado com o bumbum, se somente cuidados tópicos são suficientes, em que casos é preciso uma cirurgia plástica, ou se há métodos menos invasivos que alcancem o mesmo resultado.

O cirurgião plástico Matheus Manica destaca que a avaliação do caso é importante para definir qual o melhor caminho e elenca algumas dúvidas frequentes que recebe no consultório em relação ao bumbum.

Como diminuir a celulite?
“As celulites normalmente precisam de tratamentos mais profundos, já que além da retenção de líquido, podem estar atreladas à gordura localizada. Hoje existem métodos não invasivos, como ultrassom, criolipólise e bioestimuladores de colágeno. Em alguns casos, a lipoaspiração pode ser necessária. E cremes ajudam, mas eles não conseguem tratar todas as causas do problema e são complementares”.

Como deixar o bumbum mais firme?
“A falta de firmeza, em geral, está associada à flacidez. Um estilo de vida saudável, incluindo alimentação e exercícios físicos, é o primeiro passo. Em casos mais leves de flacidez, o estímulo de colágeno, seja com ultrassom, laser, radiofrequência ou injetáveis pode ser suficiente. Já quando há gordura localizada associada, a lipoaspiração com lipoenxertia é uma opção mais indicada: é possível aumentar e modelar utilizando a própria gordura da paciente, o que melhora a qualidade da pele, pois ela contém células-tronco”.

Quais as opções de cirurgia disponíveis?
“Os dois principais procedimentos são a lipoescultura e a gluteoplastia. A primeira utiliza a própria gordura do corpo para modelar o bumbum, tirando a gordura de uma região e levando para outra. Já no implante glúteo, é inserido o silicone, uma boa alternativa para quem deseja uma projeção maior do bumbum. Em alguns casos, a melhor opção é combinar os dois tratamentos”.

O implante e a lipoescultura produzem o mesmo efeito?
“Os métodos devem ser escolhidos a partir do que você busca. Para quem quer projeção, que é aumentar o bumbum, dar um formato mais arredondado, os dois procedimentos são possíveis. Já para quem quer um aumento lateral, arredondando o quadril, é preciso realizar a lipoescultura. Caso a pessoa deseje obter os dois resultados, também é possível combinar os dois métodos”.

É possível aumentar o bumbum sem cirurgia?
“Já existem opções de preenchedores de ácido hialurônico especificamente para a região corporal que são uma alternativa para volumização do bumbum de forma não-invasiva. Mas é importante destacar que eles são diferentes do que os recomendados para a face. Bioestimuladores de colágeno, em especial o ácido poli-L-lático também pode ajudar a volumizar o bumbum sem intervenção cirurgica”.

E quais opções não são seguras?
“É muito importante buscar um profissional qualificado e de confiança. O silicone industrial, por exemplo, é um produto de baixo custo, mas que gera uma série de riscos. Outro que se tornou comum há alguns anos é polimetilmetacrilato (PMMA). Essa substância é injetada no bumbum, mas diferente do ácido hialurônico, não é metabolizada pelo corpo e pode migrar para outras regiões. Atualmente, o Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica não recomendam a prática, apesar de ter liberação na Anvisa”.

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Written by: Lucas Nóbrega

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