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O problema das redes sociais

Ao passar um tempo acompanhando as redes sociais, conseguimos acompanhar tantas informações relevantes, notícias, dicas variadas, projetos, exemplos de vida saudável e cuidados. Mas também, temos acesso a conteúdo inalcançável, como estilos de vida de alguns influencers, com isso, alguns usuários acabam se cobrando demais, tanto com seus corpos, como seus bem e até em seus relacionamentos!

Então o movimento de se “desligar das redes” ou dar “uma pausa” vem aumentando cada vez, ainda mais após esse momento de confinamento que vivemos, que praticamente todos os usuários tiveram mais tempo disponível e ficaram conectados nesse “mundinho”. Os efeitos negativos desse uso desenfreado estão diretamente relacionados a autoestima, bem-estar, produtividade, entre outros. Por isso, a importância desse movimento de “afastamento” das redes sociais, um exercício diário que proporciona qualidade de vida.

Mas com todos os malfeitos para a nossa saúde mental, por que continuamos a usar ou ficamos nesse processo de “ativa/desativa”?

Dopamina

As redes sociais produzem dopamina, que fazem nosso cérebro querer cada vez mais consumi-las, por isso, ficamos nesse ciclo vicioso.  Nós somos geneticamente programados. As notificações ativam um gatilho toda vez que as recebemos, assim, o neurotransmissor ativa um momento de bem-estar e qualquer tipo de comunicação presencial ou não, afeta o nosso cérebro.

Algorítmico

Com isso, as redes sociais são produzidas de forma que te apresente conteúdo incessante, capazes de nos prender por horas e mais horas em assuntos, que muitas vezes, são irrelevantes, porém interessantes. O Instagram, por exemplo, com a opção “Explorar”, apresenta diversos conteúdos, que foram pré-selecionados por um algorítmico, mostrando assunto que você tem ou poderia ter interesse, com base em seus “likes”, pesquisas e cliques. Agora faz sentido aqueles vídeos de esmaltação que você ficou três horas assistindo ontem e você nem tinha procurado?

Autoestima

O tempo que acabamos cedendo a “rolar” por feeds perfeitos, com relacionamentos, viagens, casas, filhos, trabalhos, tudo de forma impecável, acaba com a nossa autoestima. Mesmo você colocando na cabeça que nem tudo daquilo é real, e de fato não é, acaba afetando diretamente a nossa autoestima e mudando até, os nossos focos e objetivos.

Quantas vezes você pensou em ir para algum lugar, comer algo em específico ou comprar algo, por que viu alguém fazendo bom uso? Mesmo não sendo da sua vontade ou gosto, você de alguma forma foi impacto e influenciado, já observou isso?

Queremos estar a par de tudo, desde sobre a vida dos nossos amigos e conhecidos, até os super famosos e badalados. Não queremos perder nenhum tipo de informação, queremos saber e consumir tudo, jogos, filmes, tendências de moda, viagens, criamos uma necessidade de receber conteúdo em massa.

Melatonina

Quando ficamos mais tempo em nossos computadores e smartphones, deixamos nossa pele exposta a luz azul e ela atrapalha a produção de melatonina, que é um importante hormônio que regula o nosso ciclo de sono. Assim, demoramos mais tempo para “pegar” no sono ou conseguir dormir horas suficientes. Quantas vezes você desistiu e pegou seu celular na cama para dar uma espiada, já que o sono não veio ou acordou em horários aleatórios sem sono algum?

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Written by: Laís Dias

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